1 de Julho

DEVOCIONAL DO PR. LARRY STOCKSTILL

Por que o  louvor é tão poderoso?  Ele realmente é “uma espada de dois gumes” (Salmo 149:6) com  um propósito duplo maior do que tudo  no universo.

Primeiro, o louvor abençoa Deus.  Quando o Seu povo louva o Seu Nome “com danças” e oferecem-Lhe “música com tamborim e harpa”, “o Senhor agrada-se do seu povo” (Salmo 149:2-4).  Nós O abençoamos quando dançamos, batemos palmas e nos alegramos Nele!  Os santos deveriam se  regozijar “nessa glória” e até mesmo “em seu leito cantar alegremente”! (v. 5).

Segundo, o louvor é arma poderosa contra o inimigo.  O Louvor tem poder “para prender os seus reis com grilhões e seus nobres com algemas de ferro” (Salmo 149:8).  Se é para nossa “honra” louvar o Senhor, então é para nossa “glória” colocar em fuga nossos inimigos através do louvor (vv. 5, 9)!  Enquanto louvamos Deus, a sentença contra os nossos inimigos escrita na Palavra de Deus está sendo executada.  Apenas através do simples ato de louvor e oração por parte de Ezequias, o anjo matou 185.000 homens em uma só noite (2 Reis 19:35).

Louvado seja o Senhor!

Leitura diária

(2 Reis 18:13 – 19:37 | Salmo 149:1-9 | Provérbios 18:8 | Atos 21:1-16)

No décimo quarto ano do reinado do rei Ezequias, Senaqueribe, rei da Assíria, atacou todas as cidades fortificadas de Judá e as conquistou.
Então Ezequias, rei de Judá, enviou esta mensagem ao rei da Assíria, em Láquis: “Cometi um erro. Pára de atacar-me, e eu pagarei tudo que exigires”. O rei da Assíria cobrou de Ezequias, rei de Judá, dez toneladas e meia de prata e uma tonelada e cinqüenta quilos de ouro.
Assim, Ezequias lhes deu toda a prata que se encontrou no templo e na tesouraria do palácio real.
Nessa ocasião Ezequias, rei de Judá, retirou o ouro com que havia coberto as portas e batentes do templo do Senhor, e o deu ao rei da Assíria.
De Láquis o rei da Assíria enviou ao rei Ezequias, em Jerusalém, seu general, seu oficial principal e seu comandante de campo com um grande exército. Eles subiram a Jerusalém e pararam no aqueduto do açude superior, na estrada que leva ao campo do Lavandeiro.
Eles chamaram pelo rei; e o administrador do palácio, Eliaquim, filho de Hilquias, o secretário Sebna e o arquivista real Joá, filho de Asafe, foram ao seu encontro.
O comandante de campo lhes disse: “Digam isto a Ezequias: Assim diz o grande rei, o rei da Assíria: Em que você baseia sua confiança?
Você pensa que meras palavras já são estratégia e poderio militar. Em quem você está confiando para se rebelar contra mim?
Você está confiando no Egito, aquele caniço quebrado, que espeta e perfura a mão do homem que nele se apóia! Assim o faraó, rei do Egito, retribui a quem confia nele.
Mas, se vocês me disserem: “Estamos confiando no Senhor nosso Deus”; não é ele aquele cujos santuários e altares Ezequias removeu, dizendo a Judá e Jerusalém: “Vocês devem adorar diante deste altar em Jerusalém? ”
Aceite, pois, agora, o desafio do meu senhor, o rei da Assíria: Eu lhe darei dois mil cavalos; se você tiver cavaleiros para eles!
Como você pode derrotar o mais insignificante guerreiro do meu senhor? Você confia no Egito para lhe dar carros de guerra e cavaleiros?
Além disso, será que vim atacar e destruir este local sem uma palavra da parte do Senhor? O próprio Senhor me disse que marchasse contra este país e o destruísse”.
Então Eliaquim, filho de Hilquias, Sebna e Joá disseram ao comandante de campo: “Por favor, fala com teus servos em aramaico, porque entendemos essa língua. Não fales em hebraico, pois assim o povo que está sobre os muros entenderá”.
O comandante, porém, respondeu: “Será que meu senhor enviou-me para dizer essas coisas, somente para o seu senhor e para você e não para os que estão sentados no muro, que, como vocês, terão de comer as próprias fezes e beber a própria urina? ”
Então o comandante levantou-se e gritou em hebraico: “Ouçam a palavra do grande rei, o rei da Assíria!
Assim diz o rei: Não deixem que Ezequias os engane. Ele não poderá livrá-los de minha mão.
Não deixem Ezequias convencê-los a confiar no Senhor, quando diz: ‘Com certeza o Senhor nos livrará; esta cidade não será entregue nas mãos do rei da Assíria’.
Não dêem ouvidos a Ezequias. Assim diz o rei da Assíria: Façam paz comigo e rendam-se. Então cada um de vocês comerá de sua própria videira e de sua própria figueira e beberá água de sua própria cisterna,
até que eu venha e os leve para uma terra igual à de vocês, terra de cereais, de vinho, terra de pão e de vinhas, terra de oliveiras e de mel. Escolham a vida e não a morte! Não dêem ouvidos a Ezequias, pois ele os está iludindo, quando diz: ‘O Senhor nos livrará’.
Será que o deus de alguma nação conseguiu livrar sua terra das mãos do rei da Assíria?
Onde estão os deuses de Hamate e de Arpade? Onde estão os deuses de Sefarvaim, Hena e Iva? Acaso livraram Samaria das minhas mãos?
Qual dentre todos os deuses dessas nações conseguiu livrar sua terra do meu poder? Como então o Senhor poderá livrar Jerusalém das minhas mãos? ”
Mas o povo permaneceu calado e nada disse em resposta, pois o rei tinha ordenado: “Não lhe respondam”.
Então o administrador do palácio, Eliaquim, filho de Hilquias, o secretário Sebna e o arquivista real Joá, filho de Asafe, retornaram com as vestes rasgadas a Ezequias e lhe relataram o que o comandante de campo tinha dito.
2 Reis 18:13-37

Ao ouvir o relato, o rei Ezequias rasgou as suas vestes, pôs roupas de luto e entrou no templo do Senhor.
Ele enviou o administrador do palácio, Eliaquim, o secretário Sebna e os sacerdotes principais, todos vestidos com pano de saco, ao profeta Isaías, filho de Amoz.
Eles lhe disseram: “Assim diz Ezequias: Hoje é dia de angústia, de repreensão e de humilhação; estamos como a mulher que está para dar à luz filhos, mas não tem forças para fazê-los nascer.
Talvez o Senhor seu Deus ouça todas as palavras do comandante de campo, a quem o senhor dele, o rei da Assíria, enviou para zombar do Deus vivo. E que o Senhor seu Deus o repreenda pelas palavras que ouviu. Portanto, suplique a Deus pelo remanescente que ainda sobrevive”.
Quando os oficiais do rei Ezequias chegaram a Isaías,
este lhes disse: “Digam a seu senhor: ‘Assim diz o Senhor: Não tenha medo das palavras que você ouviu, das blasfêmias que os servos do rei da Assíria lançaram contra mim.
Ouça! Eu o farei tomar a decisão de retornar ao seu próprio país, quando ele ouvir certa notícia. E lá o farei morrer à espada’ “.
Quando o comandante de campo soube que o rei da Assíria havia partido de Láquis, retirou-se e encontrou o rei lutando contra Libna.
Ora, Senaqueribe fora informado de que Tiraca, rei etíope do Egito, estava vindo lutar contra ele, de modo que mandou novamente mensageiros a Ezequias com este recado:
“Digam a Ezequias, rei de Judá: Não deixe que o Deus no qual você confia o engane, quando diz: ‘Jerusalém não cairá nas mãos do rei da Assíria’.
Com certeza você ouviu o que os reis da Assíria têm feito a todas as nações, como as destruíram por completo. E você haveria de livrar-se?
Acaso os deuses das nações que foram destruídas por meus antepassados as livraram: os deuses de Gozã, Harã, Rezefe e do povo de Éden, que estava em Telassar?
Onde estão o rei de Hamate, o rei de Arpade, o rei da cidade de Sevarfaim, de Hena ou de Iva? ”
Ezequias recebeu a carta das mãos dos mensageiros e a leu. Então subiu ao templo do Senhor e estendeu-a perante o Senhor.
E Ezequias orou ao Senhor: “Senhor, Deus de Israel, que reina em teu trono, entre os querubins, só tu és Deus sobre todos os reinos da terra. Tu criaste os céus e a terra.
Dá ouvidos, Senhor, e vê; ouve as palavras que Senaqueribe enviou para insultar o Deus vivo.
É verdade, Senhor, que os reis assírios fizeram de todas essas nações e seus territórios um deserto.
Atiraram os deuses delas no fogo e os destruíram, pois não eram deuses; eram apenas madeira e pedra moldadas por mãos humanas.
Agora, Senhor nosso Deus, salva-nos das mãos dele, para que todos os reinos da terra saibam que só tu, Senhor, és Deus”.
Então Isaías, filho de Amoz, enviou uma mensagem a Ezequias: “Assim diz o Senhor, o Deus de Israel: Ouvi a sua oração acerca de Senaqueribe, o rei da Assíria.
Esta é a palavra que o Senhor falou contra ele: ‘A virgem, a filha de Sião, o despreza e zomba de você. A filha de Jerusalém meneia a cabeça enquanto você foge.
De quem você zombou e contra quem blasfemou? Contra quem você levantou a voz e contra quem ergueu o seu olhar arrogante? Contra o Santo de Israel!
Sim, você insultou o Senhor por meio dos seus mensageiros. E declarou: “Com carros sem conta subi, aos pontos mais elevados e às inacessíveis alturas do Líbano. Derrubei os seus mais altos cedros, os seus melhores pinheiros. Entrei em suas regiões mais remotas, e nas suas mais densas florestas.
Em terras estrangeiras cavei poços e bebi água. Com as solas de meus pés sequei todos os rios do Egito”.
Você não percebe que há muito tempo eu já havia determinado tudo isso. Desde a antigüidade planejei o que agora faço acontecer, que você deixaria cidades fortificadas em ruínas.
Seus habitantes, sem forças, desanimam-se envergonhados. São como pastagens, como brotos tenros e verdes, como ervas no telhado, queimadas antes de crescer.
Eu, porém, sei onde você está, sei quando você sai e quando retorna; e como você se enfurece contra mim.
Sim, contra mim você se enfureceu e o seu atrevimento chegou aos meus ouvidos. Por isso porei o meu anzol em seu nariz e o meu freio em sua boca, e o farei voltar pelo caminho por onde veio.
A você, Ezequias, darei este sinal: Neste ano vocês comerão do que crescer por si, e no próximo o que daquilo brotar. Mas no terceiro ano semeiem e colham, plantem vinhas e comam o seu fruto.
Mais uma vez, um remanescente da tribo de Judá sobreviverá, lançará raízes na terra e se encherão de frutos os seus ramos.
De Jerusalém sairão sobreviventes, e um remanescente do monte Sião. O zelo do Senhor dos Exércitos o executará’.
Portanto, assim diz o Senhor acerca do rei da Assíria: ‘Ele não invadirá esta cidade nem disparará contra ela uma só flecha. Não a enfrentará com escudo nem construirá rampas de cerco contra ela.
Pelo caminho por onde veio voltará; não invadirá esta cidade’, declara o Senhor.
‘Eu a defenderei e a salvarei, por amor de mim mesmo e do meu servo Davi’ “.
Naquela noite o anjo do Senhor saiu e matou cento e oitenta e cinco mil homens no acampamento assírio. Quando o povo se levantou na manhã seguinte, o lugar estava repleto de cadáveres!
Assim Senaqueribe, rei da Assíria, desmontou o acampamento e foi embora. Voltou para Nínive e lá ficou.
Certo dia, enquanto ele estava adorando no templo de seu deus Nisroque, seus filhos Adrameleque e Sarezer mataram-no à espada e fugiram para a terra de Ararate. Seu filho Esar-Hadom foi o seu sucessor.
2 Reis 19:1-37

Aleluia! Cantem ao Senhor uma nova canção, louvem-no na assembléia dos fiéis.
Alegre-se Israel no seu criador, exulte o povo de Sião no seu rei!
Louvem eles o seu nome com danças; ofereçam-lhe música com tamborim e harpa.
O Senhor agrada-se do seu povo; ele coroa de vitória os oprimidos.
Regozijem-se os seus fiéis nessa glória e em seus leitos cantem alegremente!
Altos louvores estejam em seus lábios e uma espada de dois gumes em suas mãos,
para imporem vingança às nações e trazerem castigo aos povos,
para prenderem os seus reis com grilhões e seus nobres com algemas de ferro,
para executarem a sentença escrita contra eles. Esta é a glória de todos os seus fiéis. Aleluia!
Salmos 149:1-9

As palavras do caluniador são como petiscos deliciosos; descem até o íntimo do homem.
Provérbios 18:8

Depois de nos separarmos deles, embarcamos e navegamos diretamente para Cós. No dia seguinte fomos para Rodes, e dali até Pátara.
Encontrando um navio que ia fazer a travessia para a Fenícia, embarcamos nele e partimos.
Depois de avistarmos Chipre e seguirmos rumo sul, navegamos para a Síria. Desembarcamos em Tiro, onde o nosso navio deveria deixar sua carga.
Encontrando os discípulos dali, ficamos com eles sete dias. Eles, pelo Espírito, recomendavam a Paulo que não fosse a Jerusalém.
Mas quando terminou o nosso tempo ali, partimos e continuamos nossa viagem. Todos os discípulos, com suas mulheres e filhos, nos acompanharam até fora da cidade, e ali na praia nos ajoelhamos e oramos.
Depois de nos despedirmos, embarcamos, e eles voltaram para casa.
Demos prosseguimento à nossa viagem partindo de Tiro, e aportamos em Ptolemaida, onde saudamos os irmãos e passamos um dia com eles.
Partindo no dia seguinte, chegamos a Cesaréia e ficamos na casa de Filipe, o evangelista, um dos sete.
Ele tinha quatro filhas virgens, que profetizavam.
Depois de passarmos ali vários dias, desceu da Judéia um profeta chamado Ágabo.
Vindo ao nosso encontro, tomou o cinto de Paulo e, amarrando as suas próprias mãos e pés, disse: “Assim diz o Espírito Santo: ‘Desta maneira os judeus amarrarão o dono deste cinto em Jerusalém e o entregarão aos gentios’ “.
Quando ouvimos isso, nós e o povo dali rogamos a Paulo que não subisse para Jerusalém.
Então Paulo respondeu: “Por que vocês estão chorando e partindo o meu coração? Estou pronto não apenas para ser amarrado, mas também para morrer em Jerusalém pelo nome do Senhor Jesus”.
Como não pudemos dissuadi-lo, desistimos e dissemos: “Seja feita a vontade do Senhor”.
Depois disso, preparamo-nos e subimos para Jerusalém.
Alguns dos discípulos de Cesaréia nos acompanharam e nos levaram à casa de Mnasom, onde devíamos ficar. Ele era natural de Chipre e um dos primeiros discípulos.
Atos 21:1-16