29 de Novembro

DEVOCIONAL DO PR. LARRY STOCKSTILL

A última instância de libertação sobrenatural de Daniel é talvez a mais instrutiva.  Ele foi perseguido por causa de sua retidão, mesmo não achando “nele falta alguma, pois ele era fiel; não era desonesto nem negligente” (Daniel 6:4).  O estilo de vida de Daniel, suas decisões, seu padrão moral, honestidade e ética de trabalho eram todos irrepreensíveis.  A pureza dele se tornou sua confiança: “O meu Deus enviou o seu anjo, que fechou a boca dos leões.  Eles não me fizeram mal algum, pois fui considerado inocente à vista de Deus” (v 22).

A sua integridade é seu escudo.  Pedro disse: “Empenhem-se para serem encontrados por ele em paz, imaculados e inculpáveis” (2 Pedro 3:14).  Se você se empenhar na parte “imaculados e inculpáveis”, Deus se empenhará na parte de “libertação”!

Na noite escura na cova do leão, o anjo do Senhor estava com Daniel.  “Os meus perseguidores aproximam-se com más intenções … Tú, porém, Senhor, estás perto, e todos os teus mandamentos são verdadeiros” (Salmos 119:150-151).  Quando o inimigo parece estar vencendo, sonde seu coração.  Se for inocente e puro diante de Deus, lembre-se: “O socorro está a caminho!”

 

Leitura Diária

(Daniel 6:1-28 | Salmos 119:129-152 | Provérbios 28:21-22 | 2 Pedro 3:1-18)

Dario achou por bem nomear cento e vinte sátrapas para governarem todo o reino;
e colocou três supervisores sobre eles, um dos quais era Daniel. Os sátrapas tinham que prestar contas a eles para que o rei não sofresse nenhuma perda.
Ora, Daniel se destacou tanto entre os supervisores e os sátrapas por suas grandes qualidades, que o rei planejava colocá-lo à frente do governo de todo o império.
Diante disso, os supervisores e os sátrapas procuraram motivos para acusar Daniel em sua administração governamental, mas nada conseguiram. Não puderam achar falta alguma nele, pois ele era fiel; não era desonesto nem negligente.
Finalmente esses homens disseram: “Jamais encontraremos algum motivo para acusar esse Daniel, a menos que seja algo relacionado com a lei do Deus dele”.
E assim os supervisores e os sátrapas de comum acordo foram falar com o rei: “Ó rei Dario, vive para sempre!
Todos os supervisores reais, os prefeitos, os sátrapas, os conselheiros e os governadores concordaram em que o rei deve emitir um decreto ordenando que todo aquele que orar a qualquer deus ou a qualquer homem nos próximos trinta dias, exceto a ti, ó rei, seja atirado na cova dos leões.
Agora, ó rei, emite o decreto e assina-o para que não seja alterado, conforme a lei dos medos e dos persas, que não pode ser revogada”.
E o rei Dario assinou o decreto.
Quando Daniel soube que o decreto tinha sido publicado, foi para casa, para o seu quarto, no andar de cima, onde as janelas davam para Jerusalém. Três vezes por dia ele se ajoelhava e orava, agradecendo ao seu Deus, como costumava fazer.
Então aqueles homens foram ver e encontraram Daniel orando, pedindo ajuda a Deus.
Assim foram falar com o rei acerca do decreto real: “Tu não publicaste um decreto ordenando que nos próximos trinta dias todo aquele que fizesse algum pedido a qualquer deus ou a qualquer homem, exceto a ti, ó rei, seria lançado na cova dos leões? ” O rei respondeu: “O decreto está em vigor, conforme a lei dos medos e dos persas, que não pode ser revogada”.
Então disseram ao rei: “Daniel, um dos exilados de Judá, não te dá ouvidos, ó rei, nem ao decreto que assinaste. Ele continua orando três vezes por dia”.
Quando o rei ouviu isso, ficou muito contrariado, e como estava decidido a salvar Daniel, até o pôr-do-sol fez todo o esforço que pôde para livrá-lo.
Mas os homens lhe disseram: “Lembra-te, ó rei, que, conforme a lei dos medos e dos persas, nenhum decreto ou edito do rei pode ser modificado”.
Então o rei deu ordens, e eles trouxeram Daniel e o jogaram na cova dos leões. O rei, porém, disse a Daniel: “Que o seu Deus, a quem você serve continuamente, o livre! ”
Taparam a cova com uma pedra, e o rei a selou com o seu próprio anel-selo e com os anéis dos seus nobres, para que a situação de Daniel não se modificasse.
Tendo voltado ao palácio, o rei passou a noite sem comer e não aceitou nenhum divertimento em sua presença. Além disso, não conseguiu dormir.
Logo ao alvorecer, o rei se levantou e correu para a cova dos leões.
Quando ia se aproximando da cova, chamou Daniel com voz aflita: “Daniel, servo do Deus vivo, será que o seu Deus, a quem você serve continuamente, pôde livrá-lo dos leões? ”
Daniel respondeu: “Ó rei, vive para sempre!
O meu Deus enviou o seu anjo, que fechou a boca dos leões. Eles não me fizeram mal algum, pois fui considerado inocente à vista de Deus. Também contra ti não cometi mal algum, ó rei”.
O rei muito se alegrou e ordenou que tirassem Daniel da cova. Quando o tiraram da cova, viram que não havia nele nenhum ferimento, pois ele tinha confiado no seu Deus.
E por ordem do rei, os homens que tinham acusado Daniel foram atirados na cova dos leões, juntamente com as suas mulheres e os seus filhos. E, antes de chegarem ao fundo, os leões os atacaram e despedaçaram todos os seus ossos.
Então o rei Dario escreveu aos homens de todas as nações, povos e línguas de toda a terra: “Paz e prosperidade!
“Estou editando um decreto para que nos domínios do império os homens temam e reverenciem o Deus de Daniel. “Pois ele é o Deus vivo e permanece para sempre; o seu reino não será destruído, o seu domínio jamais acabará.
Ele livra e salva; faz sinais e maravilhas nos céus e na terra. Ele livrou Daniel do poder dos leões”.
Assim Daniel prosperou durante os reinados de Dario e de Ciro, o persa.
Daniel 6:1-28

Os teus testemunhos são maravilhosos; por isso lhes obedeço.
A explicação das tuas palavras ilumina e dá discernimento aos inexperientes.
Abro a boca e suspiro, ansiando por teus mandamentos.
Volta-te para mim e tem misericórdia de mim, como sempre fazes aos que amam o teu nome.
Dirige os meus passos, conforme a tua palavra; não permitas que nenhum pecado me domine.
Resgata-me da opressão dos homens, para que eu obedeça aos teus preceitos.
Faze o teu rosto resplandecer sobre o teu servo, e ensina-me os teus decretos.
Rios de lágrimas correm dos meus olhos, porque a tua lei não é obedecida.
Justo és, Senhor, e retas são as tuas ordenanças.
Ordenaste os teus testemunhos com justiça; dignos são de inteira confiança!
O meu zelo me consome, pois os meus adversários se esquecem das tuas palavras.
A tua promessa foi plenamente comprovada, e, por isso, o teu servo a ama.
Sou pequeno e desprezado, mas não esqueço os teus preceitos.
A tua justiça é eterna, e a tua lei é a verdade.
Tribulação e angústia me atingiram, mas os teus mandamentos são o meu prazer.
Os teus testemunhos são eternamente justos, dá-me discernimento para que eu tenha vida.
Eu clamo de todo o coração; responde-me, Senhor, e obedecerei aos teus testemunhos!
Clamo a ti; salva-me, e obedecerei aos teus estatutos!
Antes do amanhecer me levanto e suplico o teu socorro; na tua palavra coloquei a minha esperança.
Fico acordado nas vigílias da noite, para meditar nas tuas promessas.
Ouve a minha voz pelo teu amor leal; faze-me viver, Senhor, conforme as tuas ordenanças.
Os meus perseguidores aproximam-se com más intenções; mas estão distantes da tua lei.
Tu, porém, Senhor, estás perto e todos os teus mandamentos são verdadeiros.
Há muito aprendi dos teus testemunhos que os estabeleceste para sempre.
Salmos 119:129-152

Agir com parcialidade não é bom; pois até por um pedaço de pão o homem se dispõe a fazer o mal.
O invejoso é ávido por riquezas, e não percebe que a pobreza o aguarda.
Provérbios 28:21,22

Amados, esta é agora a segunda carta que lhes escrevo. Em ambas quero despertar com estas lembranças a sua mente sincera para que vocês se lembrem
das palavras proferidas no passado pelos santos profetas, e do mandamento de nosso Senhor e Salvador que os apóstolos de vocês lhes ensinaram.
Antes de tudo saibam que, nos últimos dias, surgirão escarnecedores zombando e seguindo suas próprias paixões.
Eles dirão: “O que houve com a promessa da sua vinda? Desde que os antepassados morreram, tudo continua como desde o princípio da criação”.
Mas eles deliberadamente se esquecem de que há muito tempo, pela palavra de Deus, existiam céus e terra, esta formada da água e pela água.
E pela água o mundo daquele tempo foi submerso e destruído.
Pela mesma palavra os céus e a terra que agora existem estão reservados para o fogo, guardados para o dia do juízo e para a destruição dos ímpios.
Não se esqueçam disto, amados: para o Senhor um dia é como mil anos, e mil anos como um dia.
O Senhor não demora em cumprir a sua promessa, como julgam alguns. Pelo contrário, ele é paciente com vocês, não querendo que ninguém pereça, mas que todos cheguem ao arrependimento.
O dia do Senhor, porém, virá como ladrão. Os céus desaparecerão com um grande estrondo, os elementos serão desfeitos pelo calor, e a terra, e tudo o que nela há, será desnudada.
Visto que tudo será assim desfeito, que tipo de pessoas é necessário que vocês sejam? Vivam de maneira santa e piedosa,
esperando o dia de Deus e apressando a sua vinda. Naquele dia os céus serão desfeitos pelo fogo, e os elementos se derreterão pelo calor.
Todavia, de acordo com a sua promessa, esperamos novos céus e nova terra, onde habita a justiça.
Portanto, amados, enquanto esperam estas coisas, empenhem-se para serem encontrados por ele em paz, imaculados e inculpáveis.
Tenham em mente que a paciência de nosso Senhor significa salvação, como também o nosso amado irmão Paulo lhes escreveu, com a sabedoria que Deus lhe deu.
Ele escreve da mesma forma em todas as suas cartas, falando nelas destes assuntos. Suas cartas contêm algumas coisas difíceis de entender, as quais os ignorantes e instáveis torcem, como também o fazem com as demais Escrituras, para a própria destruição deles.
Portanto, amados, sabendo disso, guardem-se para que não sejam levados pelo erro dos que não têm princípios morais, nem percam a sua firmeza e caiam.
Cresçam, porém, na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. A ele seja a glória, agora e para sempre! Amém.
2 Pedro 3:1-18

 

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